brutal
bru·tal
(latim brutalis, -e)
1. Próprio de bruto.
2. Desumano, incivil.
3. [Informal] Que impressiona ou é digno de admiração. =
Aspirante a transformista do imaginário em concreto literário.
As primeiras palavras virão em breve. Ontem chegou o primeiro dente. A sensação de não ter tempo para nada mais do que cuidar de que nada de mal acontece é o meu maior peso. a certeza de que em poucos minutos a Maria vai precisar de mim leva a que nem sequer comece. O melhor é deixar uma página sempre aberta. Uma página a que possa sempre voltar.
Não vai bem o meu coração. Apesar disso, tem sido bastante enriquecedor o tempo que tenho passado em casa a cuidar da Maria. Tem-me permitido ganhar um outro modo de ver e de sentir a condição de cuidador primeiro de um ser que se desenvolve a cada dia, a cada novo ciclo de come, dorme e brinca. Não é muito mais o que a Maria faz e eu acompanho. Tem-me parecido que estou a fazer um bom trabalho e que ninguém diga que isso não é trabalho. É trabalho mal pago, pago a 65% do meu salário habitual no laboratório.
Uma praça, uma livraria, um café.
A ideia de Europa
George Steiner
Berlim
Outras cidades
Entrevistas
Urbanismo moderno
Praças
Livrarias
Cafés
Haverá um tal lugar? Uma praça onde se possa visitar uma livraria que por acaso também seja o lugar para tomar um café, ler um livro, uma revista ou um jornal, conversar, olhar, esperar, ou apenas estar? Eu já me contentaria em ter uma praça onde tomar um café de forma descontraída. Ou em visitar uma livraria apenas por ser agradável estar num lugar calmo, cheio de cheiro a livros, sem mais apelos ao consumismo do que convites à leitura, a mais ou melhor conhecimento, quem sabe até melhor entendimento das mais variadas milenares questões que se põe o ser humano.
Tenho vários desses lugares registados na memória. Alguns são como segundas casas.
Berlim tem muitas e belas praças. Tem muitas e riquíssimas livrarias. Tem muitíssimos cafés apelativos aos mais diversos gostos. A minha busca por cada um destes três elementos da cultura europeia serão o tema que pretendo desenvolver no que se seguirá.
A cada um destes três elementos da paisagem urbana contemporânea, bem assentes numa tradição secular de transmissão cultural, estará por certo associada a ideia de Literatura. Aqui ocorre-me uma ideia de literatura que se estende ao acto de escrever, de ler e de publicar. Tal como a idea de café, livraria ou praça pode estar interligada, se de um ponto de vista de fruição do espaço público for observada, também os três actos atrás referidos são complementares de um ponto de vista funcional, performativo.
Fica então mais claro, o objectivo deste percurso. Partir ao encontro dos pontos de intersecção entre Literatura, espaço público e construção de uma forma de ser colectiva a que poderemos chamar cultura. Neste caso, remetendo para a ideia de Europa defendida por George Steiner.
Em Berlim, deveria estar em casa. Falta-me ainda encontrar esses lugares. A praça, a livraria e o café preferidos, perfeitos se possível.
Buchhandlung ocelot
Brunnenstr. 181, 10119 Berlin. Öffnungszeiten Mo-Sa 10:00-20:00
É uma mistura entre café e livraria. Poderia bem preencher dois terços da minha busca. Não fica localizada numa praça mas sim numa rua de ligação entre duas vias principais, a Torstraße e a Bernauer Straße, cruzando a Invalidenstraße na fronteira entre Prenzlauer Berg e Mitte. Há uma praça bem perto, a Rosenthaler Platz, onde a rua da livraria começa e acaba, se quisermos seguir a numeração dos edifícios. Seguindo para Norte, é possível ir desde Hackescher Markt até Gesundbrunnen, o ponto Norte de ligação à rede de combóios que envolve e cruza Berlim.
O sistema de numeração utilizado em Berlim, um deles pelo menos, leva a que se possa dizer que há ruas em Berlim que começam e acabam no mesmo ponto. Há então um retorno acidental à praça, a Rosenthaler Platz.
Como muitos outros pontos da cidade a que se dá o nome de praça, é mais um imenso cruzamento repleto de carros, ruidoso e, dada a necessidade de semáforos para regular o fluxo do trânsito, um lugar com elevados níveis de poluição atmosférica. A permanente presença de automóveis com o motor ligado, embora parados a aguardar o sinal verde, faz com que uma permanente fonte de gases esteja parada na praça. Num extremo da Brunnenstrasse uma fonte saudável, ponto de partidas e chegadas, no outro uma fonte de gases poluentes de onde a rua parte para depois lá voltar.
Felizmente, mesmo em frente ao edifício que dá a morada à livraria, que também é café, estende-se, colina acima, um pequeno parque, criando uma espécie de anfiteatro urbano que teria como palco a própria livraria.
Se acrescentar que corre um elétrico na rua que faz paragem em frente da livraria, pode-se dar o caso de um convite para um encontro nesse lugar passar a ser muito bem recebido.
Na ideia de praça, livraria ou café como lugar privilegiado de difusão cultural na tradição europeia, é fundamental que duas ou mais pessoas se possam encontrar, por acaso ou por encontro marcado. Qualquer fim de tarde meio ensolarado, permite, desde o parque, apreciar o requentar da pele de frente para o sol.
Já encontrei o livro A Ideia de Europa de George Steiner. Fotocopiei o exemplar disponível na biblioteca da HU, o Grimm Zentrum. No mesmo dia descobri um outro Steiner, que não George, mas Georg. Alguém tipo jardineiro, como a Lina quer ser quando crescer, apesar de eu já lhe ter dito que arquitectura paisagista é uma excelente profissão de futuro. Por sorte temos um atelier de arquitetura paisagista na vizinhança. Havemos de por lá passar. Entretanto o Georg Steiner vai esperar para outro dia. Encontrei uma referência a um seu artigo num periódico depositado na Biblioteca central de Berlim.
"Europe is made of coffee houses, of cafés. These extend from Pessoa's favourite coffee house in Lisbon to the Odessa cafés haunted by Isaac Babel's gangsters."
queria dizer o que me vai na alma
temos tempo não te apresses
ouve bem e vai com calma
para ti é um momento
para mim é um lamento
sente a brisa sente o vento
já nem sei se me aguento
abre o vidro vê lá fora
o melhor virá agora
abre o vidro vê lá fora
corre a minha última hora
lado a lado pela serra
temos tempo não te apresses
dizem que acabou a guerra
Traição
Traição a Portugal. A luta política pelo poder, numa democracia como a portuguesa, está a ser financiada por poderes estrangeiros com interesses opostos ou pelo menos concorrentes. A corrida é para ser maior e mais feliz. Se é só para ser mais feliz, abandonemos de vez a ideologia do capitalismo económico. Ao longo da história, aquela que conhecemos, a história por nós feita acerca dos outros, as nossas interacções com os outros, no decurso da história os povos passaram fases de crise, de guerra ou conflito. Cresceram, prosperaram, entraram em declínio. Quase desapareceram ou pelo menos afundaram-se como protagonistas do seu destino coletivo: a essência da soberania. Neste momento, Portugal está a lutar para crescer, para ser uma sociedade mais próspera e mais feliz. Ninguém corre e luta com o intuito de piorar as condições materiais de vida.
Quem neste momento luta para que fiquemos mais pequenos e mais pobres é a extrema-direita. Líder e partido traem o interesse de Portugal e dos Portugueses.
O interesse de todos é ficar mais prósperos e felizes. Estamos a competir com outros interesses para crescer. Todos os recursos têm um valor máximo disponível e cada um luta por uma sua parte. A escala de cada bloco regional afigura-se no horizonte como decisiva para atingir o nosso interesse. É sabido a quem interessa o nosso declínio.
Não falo aqui de mais um declínio do ocidente. O nível de sofrimento ou de felicidade que temos pela frente deve poder ser definido em conjunto. Como comunidade. Mas de acordo com o nosso interesse.
Ao defender leis que impedem ou pretendem impedir o nosso interesse no sentido da prosperidade estão a defender o interesse alheio. São, de resto, por eles financiados e têm-nos como fontes de inspiração. A intervenção nas eleições e nos seus resultados repetem-se. Querendo o poder ou influenciando o poder eleito a seguir leis infames, correm o risco de ganhar lugar na história como os que lutaram politicamente pela expulsão dos estrangeiros. É necessário pôr fim à traição e a democracia permite-nos fazê-lo com o voto.
Portugal é um país em declínio populacional. As sucessivas crises deixaram-nos com taxas de fertilidade de 1,23537 em 2014 até 1,44770 em 2023. Sempre abaixo de 2,1, aqui indicado com um nível de precisão de acordo com o determinismo que o conceito encerra.
Seguindo, assim, a lista das páginas mais tristes, negras e infelizes da história. Da nossa e de todos os povos. As expulsões do Judeus, ao longo da história, não trouxeram grandes alegrias aos povos ou ao poder por elas responsáveis. Foram no entanto marcantes e decisivas no sentido do continuar da história, como a lemos, aprendemos e contamos. Sobretudo a dos ocidentais, mas também com repercussão na dos outros povos espalhados pelo globo.
A nossa história ajudou a apagar a ilusão de um mundo planar. Honrar a nossa história é atuar tendo em vista uma perspectiva global. Com maior ou menor pendor globalista, se todos tiverem uma relação saudável e estável com os seus vizinhos, em princípio estarão todos no bom caminho. Mesmo sendo esse um percurso dinâmico e constante. Os fundamentos da nossa existência coletiva desenrolam o seu papel num palco virado para o mundo global. Termos permanentemente consciência de estar a ser espectador e ator é a nossa condição.
Traição, por luta financiada por interesses estrangeiros. Traição por defender leis em Portugal contrárias ao seu interesse. Traição ao povo, mais grave ainda por enganá-lo conscientemente em favor de interesses concorrentes. Traição à nossa história. Traição à nossa cultura e identidade. Traição ao interesse dos próprios cidadãos que neles votam.
Não se pode ser ao mesmo tempo imensamente orgulhoso da sua história e recusar o seu desenrolar. Alguns episódios na história da civilização humana estão associados a guerras, a pestes e pandemias, mas também a fabulosas descobertas possibilitadoras de progresso humano. É infindavelmente maior e melhor a compreensão que temos sobre o que se vai passando ao nosso redor. Estamos todos a assistir em direto, 24 horas por dia, à realidade dos povos. Nunca antes isso aconteceu. Por que razão haverá um cidadão de querer deixar de fazer parte da história?
Toda esta história não significa nada para a minha vida real como ser humano, como pessoa na sua circunstância, mas ocupa uma grande parte da minha existência.
Se quisermos, quem luta pela sua existência luta pelo seu futuro, procurando modificá-lo. Podemos ajudar a escolher as mãos que irão moldar o nosso ouro, prata ou simplesmente barro. As páginas da história que ainda nos cabe escrever não têm de ser só tristes. Muito menos as suas estátuas.
As Memórias do Facebook
Dieser interaktive Bericht analysiert die komplexen Wechselwirkungen zwischen demografischen Strukturen und wirtschaftlicher Entwicklung in Europa. Er beleuchtet Trends wie Bevölkerungsalterung, veränderte Geburtenraten und Migration und deren tiefgreifende Konsequenzen für Wirtschaftswachstum, Sozialsysteme und regionalen Zusammenhalt. Ziel ist es, Muster, regionale Unterschiede und die Verflechtungen zwischen demografischen und ökonomischen Faktoren aufzuzeigen.
Die demografischen Verschiebungen in Europa stellen sowohl erhebliche Herausforderungen als auch potenzielle Chancen dar. Einerseits belasten sie Sozialstaaten und können zu Arbeitskräftemangel führen. Andererseits eröffnen sie Möglichkeiten, beispielsweise durch die Entstehung einer "Silver Economy" oder als Impuls für Innovationen.
Der Bericht gliedert sich in die Untersuchung der aktuellen demografischen Landschaft, eine Bestandsaufnahme der wirtschaftlichen Entwicklung, die Analyse der Wechselwirkungen zwischen diesen Dimensionen und schließlich die Erörterung von Politikansätzen und Zukunftsperspektiven für ein resilientes Europa.
Dieser Abschnitt beleuchtet die aktuellen demografischen Trends in der Europäischen Union, einschließlich Bevölkerungsstruktur, Alterungsprozessen, Geburten-, Sterblichkeits- und Lebenserwartungstrends sowie Migrationsmustern. Die Daten zeigen eine alternde Bevölkerung mit signifikanten regionalen Unterschieden.
Am 1. Januar 2023 lebten 448,8 Millionen Menschen in der EU. Das Medianalter stieg von 39,0 Jahren (2003) auf 44,5 Jahre (2023).
Der Anteil der Bevölkerung ab 65 Jahren wuchs von 16 % (2003) auf 21 % (2023) und wird bis 2050 voraussichtlich auf 30 % steigen.
Der Altenquotient (Verhältnis von Personen im Rentenalter zu Personen im erwerbsfähigen Alter) wird sich in den nächsten vier Jahrzehnten voraussichtlich verdoppeln.
Der Altersabhängigkeitsquotient (Personen ab 65 Jahren im Verhältnis zu Personen zwischen 15 und 64 Jahren) für die EU wird von 33,0 % im Jahr 2022 auf voraussichtlich 59,7 % bis 2100 steigen.
Regionale Unterschiede sind beträchtlich, mit Konzentrationen sehr alter Regionen in Ostdeutschland, Italien und Teilen Südeuropas.
Die durchschnittliche Kinderzahl pro Frau in der EU lag 2022 bei 1,46, unter dem Ersatzniveau von 2,1.
Die durchschnittliche Lebenserwartung in der EU betrug 2023 insgesamt 81,5 Jahre (Männer: 77,9 in 2022, Frauen: 83,3 in 2022).
Es besteht eine Lücke in der Lebenserwartung zwischen West-/Nordeuropa und einigen osteuropäischen Ländern.
Die Lebenserwartung für Frauen ist in der EU durchweg höher als für Männer. Länder wie Spanien und Italien zeigen besonders hohe Werte.
Migration gleicht in vielen EU-Ländern den negativen natürlichen Saldo aus. 2023 wanderten 4,3 Mio. Menschen aus Nicht-EU-Ländern in die EU ein.
Deutschland und Spanien meldeten 2023 die höchste Zuwanderung. Relativ zur Bevölkerung waren es Malta, Zypern und Luxemburg.
Die Integration von Migranten ist entscheidend, stellt aber auch Herausforderungen dar, insbesondere in Regionen mit Bevölkerungsrückgang.
Dieser Abschnitt gibt einen Überblick über die wirtschaftliche Lage in der EU, einschließlich Wirtschaftsleistung, Wachstumsdynamiken, sektorale Strukturen, Arbeitsmarktentwicklungen sowie Einkommensverteilung und soziale Ungleichheit. Das Bild ist heterogen mit deutlichen regionalen Unterschieden.
Das geschätzte nominale BIP der EU lag 2025 bei 19,991 Billionen US-Dollar. Das BIP-Wachstum betrug 2023 0,6 %.
Deutschland, Frankreich und Italien sind die größten Volkswirtschaften. Es bestehen erhebliche Unterschiede im kaufkraftbereinigten BIP pro Kopf (z.B. Luxemburg vs. Bulgarien).
Osteuropäische Länder zeigen teils rasche Konvergenz, aber Wohlstandsunterschiede bleiben bestehen.
Die Arbeitslosenquote in der EU lag im März 2025 bei 5,8 %. Die Jugendarbeitslosigkeit betrug 14,5 %.
Hohe Unterschiede zwischen Ländern (z.B. Spanien/Griechenland vs. Tschechien/Malta).
Arbeitskräftemangel ist ein wachsendes Problem, verschärft durch demografischen Wandel und Qualifikationsdefizite.
Der Gini-Koeffizient der EU lag 2024 bei 29,3 (relativ niedrig). 2023 waren 21,4 % der EU-Bevölkerung von Armut oder sozialer Ausgrenzung bedroht (AROPE).
AROPE-Raten sind in südlichen, östlichen und äußersten Regionen oft höher. Hauptstadtregionen in Osteuropa haben oft niedrigere Raten als der Rest des Landes, in Westeuropa teils umgekehrt.
Inflations- und Lebenshaltungskostenkrisen treffen einkommensschwächere Haushalte überproportional.
Die demografische Entwicklung und die wirtschaftliche Leistungsfähigkeit Europas sind eng miteinander verknüpft. Die Bevölkerungsalterung beeinflusst Wirtschaftswachstum, Produktivität und öffentliche Finanzen, während Migration eine wichtige, aber komplexe Rolle für Arbeitsmärkte und Innovation spielt.
Europa ist von erheblichen regionalen Unterschieden geprägt. Es zeigen sich Kluften zwischen Ost-/Südeuropa und Nord-/Westeuropa sowie zwischen städtischen und ländlichen Gebieten. Diese Disparitäten haben sowohl demografische als auch wirtschaftliche Dimensionen und können sich gegenseitig verstärken.
| Region (Land) | Medianalter (ca. Jahre) | BIP p.K. (KKS % EU) | Arbeitslosenquote (%) |
|---|---|---|---|
| Southern (Irland) | Relativ jung | 286 | 4,1 |
| Praha (Tschechien) | 41,6 | 207 | 1,7 |
| Sud-Est (Rumänien) | 44,0 | 45 | 5,7 |
| Sachsen-Anhalt (Deutschland) | 51,6 | 76 | 7,0 |
| Calabria (Italien) | 47,3 | 59 | 16,3 |
Quelle: Basierend auf Tabelle 7 des Berichts. Genaue Bevölkerungsentwicklung nicht tabellarisch dargestellt, aber Trends im Bericht erwähnt.
Die Bewältigung des demografischen Wandels erfordert maßgeschneiderte Strategien, Investitionen in Humankapital und Innovation sowie die Anpassung an neue technologische Entwicklungen. Eine enge Zusammenarbeit auf allen Ebenen ist entscheidend für ein demografisch und wirtschaftlich resilientes Europa.
Die Analyse zeigt ein komplexes Zusammenspiel von Demografie und wirtschaftlicher Entwicklung in Europa mit tiefgreifenden regionalen Unterschieden. Die fortschreitende Bevölkerungsalterung stellt erhebliche Herausforderungen dar, während Migration eine wichtige, aber nicht alleinige Rolle spielt.
Für ein demografisch und wirtschaftlich resilientes Europa sind differenzierte und kontextspezifische Politikansätze unerlässlich. Dazu gehören maßgeschneiderte Strategien, die Stärkung der regionalen Entwicklung, Investitionen in Humankapital und Innovation sowie die Anpassung an neue Realitäten wie potenziellen Bevölkerungsrückgang und technologischen Wandel.
Die demografische Transformation ist unaufhaltsam, aber ihre Folgen sind gestaltbar. Proaktive, evidenzbasierte und anpassungsfähige Politiken können Europa helfen, die Herausforderungen zu meistern und die Chancen zu nutzen, um nachhaltigen Wohlstand und sozialen Zusammenhalt zu sichern.
"We should be unromantic about what this means. If we remove barriers to market housing production, some capitalist firms will benefit; if we don’t, other capitalist firms—the ones that profit off of housing scarcity—will benefit instead. Prioritizing housing for all as an objective over penalizing particular enemies in the capitalist class is both more strategically coherent and, ultimately, more morally righteous. And in the fight to achieve more housing for all, we should not dogmatically insist on using only certain means to get there. With the stakes so high, we can’t afford that kind of indulgence."
—Ned Resnikoff
https://www.dissentmagazine.org/article/supply-and-the-housing-crisis-a-debate/
Seja o que for, não tenho credo.
Arranco os cabelos, rasgo a veste.
Como foi mesmo aquilo que disseste?
Que caminho tão torto
Que me não deixa fugir
Do eco das tuas palavras
Meu coração a partir
Não calçamos os mesmos sapatos
Não constas nas minhas fotografias
Não gostamos os dois de gatos
Ouviste o que não querias
"Os Lusíadas são uma busca obstinada, às vezes quase desesperada, de beleza e de heroísmo, por um poeta que sabe que os seres humanos são imperfeitos e que o mundo é um lugar muito frágil."
Isabel Almeida
Um ser universal
Passo a passo
Com a força dos teus passos
Fazes a terra girar.
Ao ponto de pensares que és um criador na terra.
Para que andes para a frente
Tem a terra que andar para trás.
O que pensas ser progresso, não passa de um erro de análise.
Qual o criador que não ama o seu cálice.
Sendo um outro ser
tão ser como tu
quando ele anda e sonha
e a terra faz girar
gira a terra mais depressa ou mais devagar?
Se todos caminhamos,
Se todos sonhamos,
Algo mais forte
nos faz caminhar.
Será do sonho?
Saberás tu sonhar?
O que seria do progresso,
sem capacidade de perguntar?
Mas se fores mais além,
acabas por ao mesmo sítio chegar.
Presos à nossa pele,
presos ao nosso lugar.
Mais tarde se acaba o sonho
do que a terra de girar.
Só nos resta continuar.
Se nos resta continuar.
Porque resta continuar.
Para quê continuar?
Para onde continuar?
E porque não parar?.
"Poema infantil"
Chora o fruto
A Maria
O poema a acabar
chora chora chora fruto
chora chora chora a Maria
o dia a começar
cora chora chora chora
acordou está disperto
toca a ter o dedo no ar
Um sinal de que as línguas vivas estão em constante mudança pode, nos dias de hoje, ser facilmente verificado pela alta incidência do uso do termo Brutal , sendo quase só usado com o seu significado na forma informal. Será a informalidade o que domina o progresso? Sem dúvida! Então, há que aceitar que a progressão é coisa boa e deixar de lutar contra os necessários acordos ortográficos, onde esse progresso fica normalizado. Ou será que a normalização é só contrária ao progresso que faz avançar a Língua, colocando-lhe barreiras?
1. Próprio de bruto.
2. Desumano, incivil.
3. [Informal] Que impressiona ou é digno de admiração. =
apresentar detalhadamente o comércio "legal" de seres humanos e a forma brutal e selvagem com que os senhores tratavam os negros a fim de obterem mais...
Em Geopedrados
...não foi competente da criança, um inimigo Nos lados da Atouguia o pai demente, brutal
Em a peida é um regalo ... do nariz a gente trata
A União de Agricultores e Baldios do Distrito de Aveiro está muito preocupada com a escalada de preços dos factores de produção. Carlos Alves, presidente da União de Agricultores e baldios do distrito de Aveiro (UABDA), explica que "a carência alimentar é tema a tomar assento no ocidente, com os preços a subirem e a eventual…
Em Not
...não separa, recorda-nos que o racismo do século XXI é bem diferente do racismo brutal do século XIX e XX..
Em Deriva das Palavras
...e interesses particulares, que condena pessoas indefesas a sofrer todas as formas de violência brutal ”..
Em Blog da Sagrada Família