domingo, novembro 02, 2025

Traição

 Traição



Traição a Portugal. A luta política pelo poder, numa democracia como a portuguesa, está a ser financiada por poderes estrangeiros com interesses opostos ou pelo menos concorrentes. A corrida é para ser maior e mais feliz. Se é só para ser mais feliz, abandonemos de vez a ideologia do capitalismo económico. Ao longo da história, aquela que conhecemos, a história por nós feita acerca dos outros, as nossas interacções com os outros, no decurso da história os povos passaram fases de crise, de guerra ou conflito. Cresceram, prosperaram, entraram em declínio. Quase desapareceram ou pelo menos afundaram-se como protagonistas do seu destino coletivo: a essência da soberania. Neste momento, Portugal está a lutar para crescer, para ser uma sociedade mais próspera e mais feliz. Ninguém corre e luta com o intuito de piorar as condições materiais de vida.


Quem neste momento luta para que fiquemos mais pequenos e mais pobres é a extrema-direita. Líder e partido traem o interesse de Portugal e dos Portugueses.


O interesse de todos é ficar mais prósperos e felizes. Estamos a competir com outros interesses para crescer. Todos os recursos têm um valor máximo disponível e cada um luta por uma sua parte. A escala de cada bloco regional afigura-se no horizonte como decisiva para atingir o nosso interesse. É sabido a quem interessa o nosso declínio.


Não falo aqui de mais um declínio do ocidente. O nível de sofrimento ou de felicidade que temos pela frente deve poder ser definido em conjunto. Como comunidade. Mas de acordo com o nosso interesse.


Ao defender leis que impedem ou pretendem impedir o nosso interesse no sentido da prosperidade estão a defender o interesse alheio. São, de resto, por eles financiados e têm-nos como fontes de inspiração. A intervenção nas eleições e nos seus resultados repetem-se. Querendo o poder ou influenciando o poder eleito a seguir leis infames, correm o risco de ganhar lugar na história como os que lutaram politicamente pela expulsão dos estrangeiros. É necessário pôr fim à traição e a democracia permite-nos fazê-lo com o voto.


Portugal é um país em declínio populacional. As sucessivas crises deixaram-nos com taxas de fertilidade de 1,23537 em 2014 até 1,44770 em 2023. Sempre abaixo de 2,1, aqui indicado com um nível de precisão de acordo com o determinismo que o conceito encerra.


Seguindo, assim, a lista das páginas mais tristes, negras e infelizes da história. Da nossa e de todos os povos. As expulsões do Judeus, ao longo da história, não trouxeram grandes alegrias aos povos ou ao poder por elas responsáveis. Foram no entanto marcantes e decisivas no sentido do continuar da história, como a lemos, aprendemos e contamos. Sobretudo a dos ocidentais, mas também com repercussão na dos outros povos espalhados pelo globo.


A nossa história ajudou a apagar a ilusão de um mundo planar. Honrar a nossa história é atuar tendo em vista uma perspectiva global. Com maior ou menor pendor globalista, se todos tiverem uma relação saudável e estável com os seus vizinhos, em princípio estarão todos no bom caminho. Mesmo sendo esse um percurso dinâmico e constante. Os fundamentos da nossa existência coletiva desenrolam o seu papel num palco virado para o mundo global. Termos permanentemente consciência de estar a ser espectador e ator é a nossa condição.


Traição, por luta financiada por interesses estrangeiros. Traição por defender leis em Portugal contrárias ao seu interesse. Traição ao povo, mais grave ainda por enganá-lo conscientemente em favor de interesses concorrentes. Traição à nossa história. Traição à nossa cultura e identidade. Traição ao interesse dos próprios cidadãos que neles votam.


Não se pode ser ao mesmo tempo imensamente orgulhoso da sua história e recusar o seu desenrolar. Alguns episódios na história da civilização humana estão associados a guerras, a pestes e pandemias, mas também a  fabulosas descobertas possibilitadoras de progresso humano. É infindavelmente maior e melhor a compreensão que temos sobre o que se vai passando ao nosso redor. Estamos todos a assistir em direto, 24 horas por dia, à realidade dos povos. Nunca antes isso aconteceu. Por que razão haverá um cidadão de querer deixar de fazer parte da história?


Toda esta história não significa nada para a minha vida real como ser humano, como pessoa na sua circunstância, mas ocupa uma grande parte da minha existência.


Se quisermos, quem luta pela sua existência luta pelo seu futuro, procurando modificá-lo. Podemos ajudar a escolher as mãos que irão moldar o nosso ouro, prata ou simplesmente barro. As páginas da história que ainda nos cabe escrever não têm de ser só tristes. Muito menos as suas estátuas.









quinta-feira, julho 03, 2025

As Memórias do Facebook

 As Memórias do Facebook


Por ocasião do 40º Congresso do PSD, aquele onde LM foi eleito presidente do partido, era assim a narrativa:

"Luís Montenegro elege programa de emergência social e reforma da saúde como prioridades"- dizia o título do artigo do Público. E continuava assim: "Luís Montenegro elegeu as sete causas em que vai trabalhar nos próximos tempos. À cabeça, o programa de emergência social para acudir às preocupações dos portugueses sobre o custo de vida, mas também a defesa da reorganização e reforma do Serviço Nacional de Saúde para acabar com o “caos” no sector, o alívio fiscal, UM PLANO DE ACOLHIMENTO DE IMIGRANTES e a descentralização."
...
"Luís Montenegro demarcou-se da “xenofobia” da direita mas também do extremismo da esquerda. Um dos momentos em que o novo líder levantou o 40.º Congresso, durante a sessão do encerramento, foi quando condenou o PS por se ter associado a partidos “anti-NATO, ou anti-UE, ou antieuro, ou anti-IPSS, ou antimisericórdias, ou anti-sector privado da saúde, ou mais flagrante ainda, partidos pró-russos no contexto da guerra da Ucrânia”.

O ressabiamento por 2015 é o que move a direita. Se lhes perguntarem por uma ideia nova, qual a substância da vitória da direita ou das direitas em Portugal ou na Europa ou no resto do Mundo, não sai nada. É só ressabiamento das forças conservadoras pelos avanços das sociedades na direção da liberdade, das várias liberdades que foram conquistadas politicamente nas últimas décadas. Sinceramente, se aquilo de que se podem vangloriar é uma tal de agenda Woke que, apesar deles, avançava e continua a avançar, simplesmente porque as novas gerações assim o escolheram, o regresso das forças progressistas e das agendas ambientalista e feminista não tardará.

Mas continuando com as memórias, diz o artigo mais adiante:


“Somos e seremos moderados mas não somos nem seremos socialistas. E é por sermos moderados que também não somos nem populistas nem ultraliberais. E muito menos nos associaremos algum dia a qualquer política xenófoba ou racista”, afirmou, assumindo que “jamais” abdicará dos princípios da social-democracia e da essência do programa eleitoral para governar a qualquer custo”. Nem que isso tenha o preço de liderar um governo."

Tem-se visto a arte de contorcionismo e a força das convicções de LM.

"À semelhança do que já tinha acontecido com o anúncio do programa de emergência social, também o plano de acolhimento de imigrantes foi colocado novamente entre as prioridades." -

Como foi que disse? Então a criminalidade e a segurança em 2022 não estavam na moda?

"E Face ao “inverno demográfico” e à falta de mão-de-obra “estrutural”, é proposto um programa nacional de “recrutamento e integração” virado para a “sustentabilidade económica e social do país”, inspirado em países como a Austrália ou o Canadá."

-Tamanho descaramento!

O artigo pode ser consultado através do link que partilho abaixo.

O que aconteceu entretanto foi simplesmente uma onda de demagogia populista alavancada pelas forças reacionárias da extrema direita, um pouco por todo o lado. Depois dos anos de inflação de 2022 e 2023, da entrada em vigor dos milhares de milhões de investimento extraordinário criados pela bazuca ou os planos de investimento de Biden, com sucesso reconhecido na economia americana antes ainda das eleições de 24. Depois do ano de todas as eleições, em 2024 quase metade do planeta foi às urnas, num recorde mundial, os populistas começaram a usar os imigrantes como arma de arremesso contra as esquerdas ou forças moderadas de centro. Criaram o Outro ideal, e sempre necessário para que o populismo e a demagogia possam vencer.

Há dias, dizia Francisco Assis numa entrevista na Antena 1, o que já os gregos tinham escrito, -"se os democratas cederem aos demagogos as democracias morrem, porque a seguir aos demagogos virão os tiranos.". Segundo ele, os democratas estarão a ceder aos demagogo. Eu temo que já estejamos na fase em que são os demagogos, no poder, que estão a ceder aos tiranos. Em vários aspetos das nossas sociedades a tirania já está instalada. Deportações em massa, proibições de manifestação (Clima, Palestina, Pride,...), atos consecutivos de violência política tolerada pelas autoridades, são tudo sinais de que a tirania já está aqui, aí, um pouco por todo o lado. Deixa ver quanto tempo sobrevive este post!

As memórias rezavam assim:

Reescrever a história. Derivado do ressabiamento de 2015.
Demagogia. À la carte, mesmo depois de afirmar que eles não. Incêndios como exemplo, já amanhã no terreno.
1 - Inflação: programa de emergência social (nada de novo e puro mimetismo das medidas já em vigor)
2 - Caos na Saúde: sector social (nada de novo e uma fezada quando o que falta são mesmo médicos e enfermeiros e não camas)
3 - Impostos: desfazer o brutal aumento de impostos, não, alívio da carga fiscal, i.e. taxa social à la Passos, sim.
4 - Jovens a 15% de IRS: (inconstitucional) e creches do sector social (mais mimetismo do programa do PS).
5 - Programa de acolhimento e integração de imigrantes a copiar a Alemanha como forma de encontrar mão de obra, embora paga pelo salário mínimo. Baixos rendimentos, mas agora só para imigrantes como forma de crescimento económico.
6 - Transição ambiental, energética e tecnológica: pôr a mão no PRR (nem nada de novo nem algo apenas)
7 - Descentralização e não a um referendo à regionalização em 2024. Com a crise como desculpa.
Isto é o PSD?


quarta-feira, maio 21, 2025

Demografia e Economia

Interaktiver Bericht: Demografie & Wirtschaft Europas

Demografie und wirtschaftliche Entwicklung in Europa

Einleitung

Dieser interaktive Bericht analysiert die komplexen Wechselwirkungen zwischen demografischen Strukturen und wirtschaftlicher Entwicklung in Europa. Er beleuchtet Trends wie Bevölkerungsalterung, veränderte Geburtenraten und Migration und deren tiefgreifende Konsequenzen für Wirtschaftswachstum, Sozialsysteme und regionalen Zusammenhalt. Ziel ist es, Muster, regionale Unterschiede und die Verflechtungen zwischen demografischen und ökonomischen Faktoren aufzuzeigen.

Die demografischen Verschiebungen in Europa stellen sowohl erhebliche Herausforderungen als auch potenzielle Chancen dar. Einerseits belasten sie Sozialstaaten und können zu Arbeitskräftemangel führen. Andererseits eröffnen sie Möglichkeiten, beispielsweise durch die Entstehung einer "Silver Economy" oder als Impuls für Innovationen.

Der Bericht gliedert sich in die Untersuchung der aktuellen demografischen Landschaft, eine Bestandsaufnahme der wirtschaftlichen Entwicklung, die Analyse der Wechselwirkungen zwischen diesen Dimensionen und schließlich die Erörterung von Politikansätzen und Zukunftsperspektiven für ein resilientes Europa.

Die demografische Landschaft Europas

Dieser Abschnitt beleuchtet die aktuellen demografischen Trends in der Europäischen Union, einschließlich Bevölkerungsstruktur, Alterungsprozessen, Geburten-, Sterblichkeits- und Lebenserwartungstrends sowie Migrationsmustern. Die Daten zeigen eine alternde Bevölkerung mit signifikanten regionalen Unterschieden.

Bevölkerungsstruktur und Alterung

Am 1. Januar 2023 lebten 448,8 Millionen Menschen in der EU. Das Medianalter stieg von 39,0 Jahren (2003) auf 44,5 Jahre (2023).

Der Anteil der Bevölkerung ab 65 Jahren wuchs von 16 % (2003) auf 21 % (2023) und wird bis 2050 voraussichtlich auf 30 % steigen.

Der Altenquotient (Verhältnis von Personen im Rentenalter zu Personen im erwerbsfähigen Alter) wird sich in den nächsten vier Jahrzehnten voraussichtlich verdoppeln.

Altersabhängigkeitsquotient

Der Altersabhängigkeitsquotient (Personen ab 65 Jahren im Verhältnis zu Personen zwischen 15 und 64 Jahren) für die EU wird von 33,0 % im Jahr 2022 auf voraussichtlich 59,7 % bis 2100 steigen.

Regionale Unterschiede sind beträchtlich, mit Konzentrationen sehr alter Regionen in Ostdeutschland, Italien und Teilen Südeuropas.

Geburten, Sterblichkeit und Lebenserwartung

Die durchschnittliche Kinderzahl pro Frau in der EU lag 2022 bei 1,46, unter dem Ersatzniveau von 2,1.

Die durchschnittliche Lebenserwartung in der EU betrug 2023 insgesamt 81,5 Jahre (Männer: 77,9 in 2022, Frauen: 83,3 in 2022).

Es besteht eine Lücke in der Lebenserwartung zwischen West-/Nordeuropa und einigen osteuropäischen Ländern.

Lebenserwartung nach Geschlecht (2023)

Die Lebenserwartung für Frauen ist in der EU durchweg höher als für Männer. Länder wie Spanien und Italien zeigen besonders hohe Werte.

Migration

Migration gleicht in vielen EU-Ländern den negativen natürlichen Saldo aus. 2023 wanderten 4,3 Mio. Menschen aus Nicht-EU-Ländern in die EU ein.

Deutschland und Spanien meldeten 2023 die höchste Zuwanderung. Relativ zur Bevölkerung waren es Malta, Zypern und Luxemburg.

Die Integration von Migranten ist entscheidend, stellt aber auch Herausforderungen dar, insbesondere in Regionen mit Bevölkerungsrückgang.

Stand der wirtschaftlichen Entwicklung in Europa

Dieser Abschnitt gibt einen Überblick über die wirtschaftliche Lage in der EU, einschließlich Wirtschaftsleistung, Wachstumsdynamiken, sektorale Strukturen, Arbeitsmarktentwicklungen sowie Einkommensverteilung und soziale Ungleichheit. Das Bild ist heterogen mit deutlichen regionalen Unterschieden.

Wirtschaftsleistung und Wachstum

Das geschätzte nominale BIP der EU lag 2025 bei 19,991 Billionen US-Dollar. Das BIP-Wachstum betrug 2023 0,6 %.

Deutschland, Frankreich und Italien sind die größten Volkswirtschaften. Es bestehen erhebliche Unterschiede im kaufkraftbereinigten BIP pro Kopf (z.B. Luxemburg vs. Bulgarien).

Osteuropäische Länder zeigen teils rasche Konvergenz, aber Wohlstandsunterschiede bleiben bestehen.

Arbeitsmarkt

Die Arbeitslosenquote in der EU lag im März 2025 bei 5,8 %. Die Jugendarbeitslosigkeit betrug 14,5 %.

Hohe Unterschiede zwischen Ländern (z.B. Spanien/Griechenland vs. Tschechien/Malta).

Arbeitskräftemangel ist ein wachsendes Problem, verschärft durch demografischen Wandel und Qualifikationsdefizite.

Einkommensverteilung und Armut

Der Gini-Koeffizient der EU lag 2024 bei 29,3 (relativ niedrig). 2023 waren 21,4 % der EU-Bevölkerung von Armut oder sozialer Ausgrenzung bedroht (AROPE).

AROPE-Raten sind in südlichen, östlichen und äußersten Regionen oft höher. Hauptstadtregionen in Osteuropa haben oft niedrigere Raten als der Rest des Landes, in Westeuropa teils umgekehrt.

Inflations- und Lebenshaltungskostenkrisen treffen einkommensschwächere Haushalte überproportional.

Wechselwirkungen zwischen Demografie und Wirtschaft

Die demografische Entwicklung und die wirtschaftliche Leistungsfähigkeit Europas sind eng miteinander verknüpft. Die Bevölkerungsalterung beeinflusst Wirtschaftswachstum, Produktivität und öffentliche Finanzen, während Migration eine wichtige, aber komplexe Rolle für Arbeitsmärkte und Innovation spielt.

Auswirkungen der Bevölkerungsalterung

  • Reduziert tendenziell das Wirtschaftswachstum (geringere Arbeitskräftezahl).
  • Beeinflusst Arbeitsproduktivität (potenziell geringeres TFP-Wachstum durch ältere Belegschaft).
  • Erhöht Druck auf öffentliche Finanzen (steigende Ausgaben für Gesundheit, Renten, Pflege).
  • Erfordert Steigerung der Arbeitsproduktivität zur Aufrechterhaltung des Lebensstandards.

Rolle der Migration

  • Kann Arbeitskräfteengpässe mildern und zur Wirtschaftsleistung beitragen.
  • Kann positive Effekte auf Innovation und TFP haben.
  • Verursacht anfänglich fiskalische Kosten; langfristige Auswirkungen hängen von Integration ab.
  • Ist keine vollständige Lösung für die Folgen der Alterung; erfordert breitere Strategien.
  • Wirtschaftlicher Beitrag hängt von Anerkennung und Nutzung der Migrantenqualifikationen ab ("Brain Waste" vs. "Brain Gain").

Regionale Disparitäten: Demografische und wirtschaftliche Bruchlinien

Europa ist von erheblichen regionalen Unterschieden geprägt. Es zeigen sich Kluften zwischen Ost-/Südeuropa und Nord-/Westeuropa sowie zwischen städtischen und ländlichen Gebieten. Diese Disparitäten haben sowohl demografische als auch wirtschaftliche Dimensionen und können sich gegenseitig verstärken.

Wichtige Beobachtungen

  • Ost- und südeuropäische Länder erfahren oft stärkere Bevölkerungsrückgänge und Alterung.
  • Städtische Regionen ziehen Erwerbstätige an, ländliche Regionen kämpfen mit Entvölkerung.
  • Höchste Armutsrisiken oft in südlichen, östlichen und äußersten EU-Regionen.
  • Innerstaatliche Bruchlinien zwischen dynamischen urbanen Zentren und schrumpfenden peripheren Gebieten sind kritisch ("Geografie der Unzufriedenheit").
  • Demografische Verschiebungen und wirtschaftliche Aussichten beeinflussen sich gegenseitig und können "Entwicklungsfallen" erzeugen.

Momentaufnahme regionaler Disparitäten (Ausgewählte NUTS-2 Regionen, Daten ca. 2022/2023)

Region (Land) Medianalter (ca. Jahre) BIP p.K. (KKS % EU) Arbeitslosenquote (%)
Southern (Irland) Relativ jung 286 4,1
Praha (Tschechien) 41,6 207 1,7
Sud-Est (Rumänien) 44,0 45 5,7
Sachsen-Anhalt (Deutschland) 51,6 76 7,0
Calabria (Italien) 47,3 59 16,3

Quelle: Basierend auf Tabelle 7 des Berichts. Genaue Bevölkerungsentwicklung nicht tabellarisch dargestellt, aber Trends im Bericht erwähnt.

Politikansätze und Zukunftsperspektiven

Die Bewältigung des demografischen Wandels erfordert maßgeschneiderte Strategien, Investitionen in Humankapital und Innovation sowie die Anpassung an neue technologische Entwicklungen. Eine enge Zusammenarbeit auf allen Ebenen ist entscheidend für ein demografisch und wirtschaftlich resilientes Europa.

Strategien zur Bewältigung

  • Familienpolitik & pronatalistische Maßnahmen (Wirksamkeit umstritten, erfordert Langfristigkeit).
  • Integrationspolitik für Migranten (Arbeitsmarkt, Bildung, Zugang zu Diensten).
  • Rentenreformen (Anpassung an Lebenserwartung, fiskalische Nachhaltigkeit).
  • Maßgeschneiderte Ansätze für unterschiedliche regionale Herausforderungen.

Nachhaltige Wirtschaftsentwicklung

  • EU-Kohäsionspolitik zur Verringerung regionaler Unterschiede (ortsbezogener Ansatz nötig).
  • Investitionen in Humankapital (lebenslanges Lernen, Umschulung).
  • Förderung von Innovation und F&E.
  • Arbeitsmarktreformen (Erhöhung Erwerbsbeteiligung, Flexibilität).
  • Nutzung des Potenzials einer länger lebenden Bevölkerung ("Langlebigkeitsdividende").

Zukunftsszenarien & Technologie

  • EU-Bevölkerungsprognose: Höhepunkt um 2026, dann Rückgang. Erwerbsbevölkerung schrumpft stark.
  • Automatisierung & KI: Potenzial zur Produktivitätssteigerung und Milderung von Arbeitskräfteengpässen, aber auch Risiko von Arbeitsplatzverlusten und Ungleichheit.
  • Notwendigkeit eines Umdenkens bei Wirtschaftsmodellen und Gesellschaftsverträgen angesichts potenziellen Bevölkerungsrückgangs.

Schlussfolgerungen

Die Analyse zeigt ein komplexes Zusammenspiel von Demografie und wirtschaftlicher Entwicklung in Europa mit tiefgreifenden regionalen Unterschieden. Die fortschreitende Bevölkerungsalterung stellt erhebliche Herausforderungen dar, während Migration eine wichtige, aber nicht alleinige Rolle spielt.

Für ein demografisch und wirtschaftlich resilientes Europa sind differenzierte und kontextspezifische Politikansätze unerlässlich. Dazu gehören maßgeschneiderte Strategien, die Stärkung der regionalen Entwicklung, Investitionen in Humankapital und Innovation sowie die Anpassung an neue Realitäten wie potenziellen Bevölkerungsrückgang und technologischen Wandel.

Die demografische Transformation ist unaufhaltsam, aber ihre Folgen sind gestaltbar. Proaktive, evidenzbasierte und anpassungsfähige Politiken können Europa helfen, die Herausforderungen zu meistern und die Chancen zu nutzen, um nachhaltigen Wohlstand und sozialen Zusammenhalt zu sichern.

© 2025 Interaktiver Bericht. Basierend auf "Demografischer Wandel und wirtschaftliche Entwicklung in Europa: Eine vergleichende Analyse".

quarta-feira, abril 09, 2025

Housing For All

 "We should be unromantic about what this means. If we remove barriers to market housing production, some capitalist firms will benefit; if we don’t, other capitalist firms—the ones that profit off of housing scarcity—will benefit instead. Prioritizing housing for all as an objective over penalizing particular enemies in the capitalist class is both more strategically coherent and, ultimately, more morally righteous. And in the fight to achieve more housing for all, we should not dogmatically insist on using only certain means to get there. With the stakes so high, we can’t afford that kind of indulgence."


—Ned Resnikoff


https://www.dissentmagazine.org/article/supply-and-the-housing-crisis-a-debate/

segunda-feira, março 17, 2025

Fotografias



Prag



Tanta dor, tanto medo.

Seja o que for, não tenho credo.

Arranco  os cabelos, rasgo a veste.

Como foi mesmo aquilo que disseste?


Que caminho tão torto

Que me não deixa fugir

Do eco das tuas palavras

Meu coração a partir


Não calçamos os mesmos sapatos

Não constas nas minhas fotografias

Não gostamos os dois de gatos

Ouviste o que não querias