domingo, abril 03, 2011

"ASSIM TEREMOS UM PORTUGAL MAIS JUSTO, MAIS HONESTO E MAIS REAL."


por Sandro Cândido Marques a Domingo, 13 de Março de 2011 às 20:45


"ASSIM TEREMOS UM PORTUGAL MAIS JUSTO, MAIS HONESTO E MAIS REAL."


De alguém que nem o nome fixei:


"acreditem também que este sistema é o futuro, próximo ou distante, em todo o planeta. E acreditem também que para o testarem como "solução" final para a evolução e "crise" sócio-económica do planeta tem que ser testado inicialmente num país de pequenas dimensões como Portugal, até passar para uma escala global e países como o Egipto que tem 85 milhões de habitantes, estados unidos com 500milhõres ou Brasil com 500milhões de habitantes."


Estamos bonitos estamos!

Freguesia vs. Paróquia


por Sandro Cândido Marques a Sábado, 12 de Março de 2011 às 13:57


Pelo fragmento abaixo fico a pensar que afinal mantemos uma estrutura administrativa que vem da IDADE MÉDIA. 


"o termo «freguês» (aglutinação da expressão latina fillius eclesiae, filho da igreja, ou simplesmente filigrês, como refere Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira) servia para designar os paroquianos, que eram, por assim dizer, «fregueses» do pároco. Com a reforma administrativa de 18 de Julho de 1835, surge a estrutura civil da Junta de Paróquia, autonomizada da estrutura eclesiástica; os seus limites territoriais, no entanto, eram geralmente coincidentes com a das paróquias eclesiásticas que vinham desde a Idade Média. Com a Lei n.º 621, de 23 de Junho de 1916, as paróquias civis passam a designar-se freguesias (e a Junta de Paróquia passa a designar-se Junta de Freguesia)."


Afinal, os instalados do costume.

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    • U-bahn
      Sandro Cândido Marques Para completar a reforma administrativa do estado será necessário fechar umas quantas paróquias?
      12/3 às 13:58 · 

Moção de censura


por Sandro Cândido Marques a quinta-feira, 10 de Março de 2011 às 12:49


Artigo 194.º (Moções de censura)

1. A Assembleia da República pode votar moções de censura ao Governo sobre a execução do seu programa ou assunto relevante de interesse nacional, por iniciativa de um quarto dos Deputados em efectividade de funções ou de qualquer grupo parlamentar.

2. As moções de censura só podem ser apreciadas quarenta e oito horas após a sua apresentação, em debate de duração não superior a três dias.

3. Se a moção de censura não for aprovada, os seus signatários não podem apresentar outra durante a mesma sessão legislativa.

U-bahn
Sandro Cândido Marques ‎1º Praticamente todos os portugueses censuram a execução do programa de governo.
2º A moção já foi apreciada rejeitada pela maioria dos deputados.
3º O Bloco sai a perder.

Eleições são alegria. A luta pelo poder sobrepõe-se à luta pelo país.

10/3 às 12:55 · 

Só Um Talvez


por Sandro Cândido Marques a Sábado, 5 de Março de 2011 às 1:52

E se em vez de menos Deputados na Assembleia da República despromovessemos uns quantos ministros?
  • O 1º Ministro vai numa visita pelo país acompanhado pela ministra do sector, pelo sec. de estado do sector e pelo sec. adjunto e do sector. Bem, estou certo que quaisquer dois deles podem dar boas explicações sobre a necessidade do terceiro elemento. Não necessariamente a mesma explicação. Mas serão precisos tantos? Depois temos um ministro para a Agricultura, temos para as Pescas, para a Indústria, para a Economia, para a Educação, e tantos outros. Se uns quantos são ministros, só porque já havia ministério, e porque ficava mal ministério sem ministro, nem vou por aí entrar porque é caminho sem saída.
Passavam os ministros a sec. de estado, passavam os sec. a sub. sec. e no final talvez fosse melhor. Para o mesmo não se mudava nada.
  1. As decisões políticas que são típicas ao nível ministerial estão, a bem dizer, suspensas. O min. das Finanças está a dar-lhes cada vez menos trabalho. Ainda não trabalham de graça, nem a recibos verdes cor de palha, se ainda me lembro. Não os vou chamar parvos. As instâncias comuns europeias assim como as europeias instâncias em comum tal recomendam, e por enquanto só a tal.
  2. As funções básicas e essenciais, para que o país não pare de vez, sempre foram executadas por funcionários zelosos e muito aplicados; sendo eu disso testemunha, em diversos ministérios e a diversos níveis, tal como de resto todo e qualquer cidadão.
  3.  Não se trata de um despedimento, não. Ao fim de três ou quatro descidas na escada do APARELHO do estado, ..., fiquei com medo ao escrever aparelho, as minhas desculpas. No final, ía dizendo, já não é preciso mexer mais pois chegamos ao nível em que há mais do que uma pessoa no mesmo patamar.
  4.  Despromover é mau. Mas convidar um ministro a ser o próximo sec. de estado não me parece assim tão mal, todos temos que fazer um sacrifício. Assim por diante, ou assim ‘por abaixo’ não me parece pior. A taxa de Desemprego do país parece querer indicar que há trabalho que está por fazer e não que há falta. A sua subída obriga-me a assim concluir. As pessoas nascem. As pessoas criam trabalho. Não é ele que nos cria.
Como não tenho ouvido falar de despedimentos ao nível superior da coisa apa. mais convencido fico. Enfim é só um talvez.

Até final do ano em vigor o acordo ortográfico vai aguardar.